
Ponte de Trajano
A cidade nasceu romanaA ponte ligava Aquae Flaviae à rede viária romana. O Padrão dos Povos, uma das suas colunas, preserva os nomes de comunidades que participaram na obra.
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Entre águas termais, muralhas de granito e sabores transmontanos, há uma cidade que se descobre devagar.
Cada pedra atravessa uma época: a Aquae Flaviae romana, a vila medieval, a praça-forte da fronteira e a cidade termal contemporânea.

A ponte ligava Aquae Flaviae à rede viária romana. O Padrão dos Povos, uma das suas colunas, preserva os nomes de comunidades que participaram na obra.
ExplorarO complexo medicinal ficou preservado como uma cápsula do tempo. As escavações arqueológicas começaram em 2006 e revelaram um dos mais notáveis conjuntos termais romanos da Europa.
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A torre gótica recorda a reorganização medieval da vila nos reinados de D. Afonso III e D. Dinis, quando Chaves reforçou o seu papel de praça fronteiriça.
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Construído durante a Guerra da Restauração, adotou a fortificação abaluartada para responder à artilharia moderna. É Monumento Nacional desde 1938.
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Aqui convivem a torre de menagem, os Paços do Concelho, a Igreja Matriz e a Igreja da Misericórdia: uma leitura aberta da evolução urbana de Chaves.
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Pequena por fora e surpreendente por dentro, é um dos espaços artísticos mais marcantes da cidade, com narrativa bíblica em azulejo azul e branco.
ExplorarUma leitura rápida de quase dois milénios de história.
O núcleo termal romano evolui para município e recebe o nome ligado à dinastia Flávia.
A ponte e a Via XVII ligam Bracara Augusta a Asturica Augusta, atravessando o vale do Tâmega.
O castelo e a torre de menagem consolidam a defesa medieval da fronteira norte.
As Guerras da Restauração transformam Chaves com muralhas e fortes abaluartados.
A cidade é ocupada pelas tropas de Soult e recuperada pelas forças do general Silveira.
Património, águas a cerca de 76 °C, gastronomia e cultura continuam a definir a identidade flaviense.
O Padrão dos Povos, colocado na ponte romana, regista dez comunidades da região que homenagearam os imperadores e participaram na construção.
O complexo termal romano ficou selado por um colapso e chegou aos arqueólogos com estruturas hidráulicas extraordinariamente preservadas.
Segundo a tradição municipal, uma vendedora levou a receita até Chaves; a iguaria de massa folhada e carne tornou-se símbolo gastronómico local.
As nascentes termais flavienses brotam a uma temperatura média próxima dos 76 °C, muito acima da temperatura corporal.
História baseada em fontes municipais, Museu das Termas Romanas, Turismo de Portugal e património cultural. Fotografias com licença e autoria indicadas.
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